Tratamentos

ronco e apneia | distúrbios do sono

"Somos pacientes da Dra. Elisângela há 5 anos e só temos motivos de agradecimento e elogios ao seu excelente trabalho e profissionalismo. Nos sentimos seguros, pois sabemos que além da competência profissional, ela zela por seu consultório e se preocupa em explicar seus procedimentos em detalhes."

Danilo e Fátima Circunvis

RONCO E APNEIA


O sono é uma das necessidades essenciais para saúde física e psicoemocional do ser humano. Durante esse período, nosso organismo realiza funções importantíssimas com consequências diretas à saúde, como o fortalecimento do sistema imunológico, secreção e liberação de hormônios (hormônio do crescimento, insulina etc.), consolidação da memória e aprendizado, isso sem falar no relaxamento e descanso da musculatura (restabelecimento do desgaste natural das horas acordadas).
A qualidade do sono pode sofrer alterações que prejudicam a pessoa e seus familiares, transformando o sono em “pesadelo”.

O principal distúrbio do sono é o ronco, que tem como principal característica “os ruídos” causados pela dificuldade da passagem do ar pelas vias aéreas superiores. O ronco ocasional pode acometer qualquer pessoa, pois está relacionado a situações como alterações posturais, alimentação inadequada, consumo eventual de bebidas alcoólicas, tranquilizantes e situações de maior cansaço ou relaxamento.

O ronco que não pode ser ignorado é o que está presente na maioria dos dias, por várias horas durante a noite, principalmente aquele que vem acompanhado de pausas. Acontece de forma irregular, com movimentações durante a noite e causa alteração do timbre do ronco durante o sono, tornando o sono agitado. Estes são grandes sinais de um problema mais sério e grave chamado de apneia do sono, um distúrbio no qual ocorrem paradas respiratórias por curtos períodos de tempo durante o sono.

Os principais riscos da apneia são: alterações no “ritmo do coração” (arritmias cardíacas, as quais podem ser benignas até as mais sérias que levam a paradas cardíacas), descontrole ou piora da “pressão alta” (hipertensão arterial) e, eventualmente, elevar o risco de derrame cerebral (AVC).

O tratamento depende de uma exame clínico criterioso somado a exames complementares, para que o especialista possa diagnosticar a gravidade do distúrbio do sono e só assim indicar a melhor forma de tratamento.

Divisória